Se deliciando com brincadeiras doentias.
Meg e Robert caminharam até sua casa sem se falar muito. Apenas curtindo aquele estranho silêncio que banhava seu corpo de incertezas, preocupações, euforias e tudo mais, qualquer sentimento ansioso que pudera ter.
Chegaram.
Robert alcançou as chaves da porta de um de seus bolsos, levando-a até a fechadura. Enfim, a sós em casa.
Meg entrou olhando para todos os lados, admirando a velha casa e os trapos de roupas em cima do sofá surrado. Olhando os quadros de família na parede sempre com um leve ar de sarcasmo, e um sorriso no rosto.
Robert não sabia o que viria, também não sabia o que fazer.
Meg chegou perto de Robert. Aproximou-se mais. Mais um pouco a ponto dos narizes se encontrarem.
Deu um beijo em Robert. Mais um. Outro.
— Me leve para seu quarto. — disse a jovem com aquele estranho sorriso.
— Quero ser sua essa noite.
Robert não hesitou. Agarrou-a com seus braços gordos e a beijou com um jeito desconcertado, escorrendo a língua para fora.
A jogou na cama.
Ela tirou sua blusa. Seus braços estavam todos cortados, cicatrizes enormes. Robert assustou-se.
— O que aconteceu com você? Essas cicatrizes...
— Gosto de brincadeiras doentias. — disse a moça.
— E o que seria? — questionou Robert.
Ela lascou outro beijo em Robert. Um beijo forte, chegou a doer.
— Quero que você me coma. Mas quero que me coma literalmente. — disse a jovem.
— Quero que você arranque um pedaço de mim, e me faça um jantar com ele, depois que transarmos.
Robert cocou a cabeça. Olhou novamente para os braços cicatrizados e deformados, faltando pedaço das tatuagens que tinha ali.
Agora fazia sentido. Agora entendera o porquê de ela querer se relacionar.
Só faltava saber se ela sabia de tudo.
“Pouco importa agora”. — pensou.
Robert arrancou as calças da jovem com seu desajeito. Viu que a perna também tinha uma enorme cicatriz. Não se importou.
Pulou em cima, arrancou suas calças enquanto a beijava. Estava com tesão. Há tempos não praticava sexo. Colocou a calcinha de lado e enfiou seu pau ereto na boceta da jovem. Ela gritou. Começou a bombar cada vez mais forte. Ela pedia para ir mais rápido. Mais forte.
— Mais rápido grandão, coloca tudo. Faça de conta que sou sua presa. Me coma, se delicie da minha boceta molhada.
Robert, ouvindo aquilo, não aguentou. Tirou para fora e ejaculou como nunca. Banhou a jovem de porra
Ela riu.
— Agora me coma de outro jeito. Pegue a faca.
Robert ofegante assentiu e foi para a cozinha ainda levantando as calças em tropeços para buscar uma faca.
Olhou nas gavetas e não achou. Lembrou que deixara lá no porão, em cima do freezer onde estava a bela Roxanne. Desceu rapidamente e lá estava a faca. Bem onde imaginou.
Pegou-a e saiu. Parou por um instante, olhou para o freezer.
Voltou e abriu. A cabeça de Roxanne estava bem em cima, com tons escuros pelo tempo que ali estava.
Analisou por um tempo. Abaixou-se e beijou a boca do cadáver. Colou a língua na boca rígida de Roxanne.
— Hoje vou me divertir de verdade. — disse Robert para Roxanne.
Voltando para o quarto com pressa, estava Meg deitada fumando.
— Por onde começamos? — perguntou Robert.
— Por onde quiser, mas aconselho um pedaço da minha coxa. — disse a jovem Meg.
— Está bem. — assentiu Robert.
— Faça devagar, pois quero aproveitar todos os momentos de dor. — ordenou Meg.
Robert apenas olhou, balançou a cabeça em sinal positivo.
Pegou a faca e furou a coxa de Meg. Ela gemeu. Gemidos que pareciam mais de tesão do que dor.
Enfiou, aprofundou um pouco mais. Começou a descer a lamina fazendo um corte quase que cirúrgico. Ele entendia bem.
Desceu cerca de trinta centímetros. Voltou com a faca e cortou o outro lado em forma arredondada. Fez a volta, cortou mais fundo. Meg gemia em seguida lançava sorrisos sarcásticos.
— Esse pedaço está bom? — perguntou Robert.
— Acho que sim. — disse Meg gaguejando, como se estivesse tendo um orgasmo.
Conseguiu tirar uma fatia média de carne da coxa de Meg. Não pegou nenhuma veia.
Colocou o pedaço em sua cama, ensanguentado. Correu e buscou uma faixa que estava debaixo da pia do banheiro. Enfaixou a perna de Meg bem apertada, e selou com gazes. Meg se deitou. Acendeu um cigarro.
— Vamos comer? — disse Robert.
— Espere um pouco. Preciso sentir toda essa essência de dor. Está muito bom. Muito bom.
Robert sorriu meio sem jeito. Pegou o farto pedaço e foi para a cozinha.
Lavou a carne, colocou em um recipiente e pegou seus temperos.
Com uma sensação estranha, começou a temperar.
— Jovens... — murmurou.
Temperou. Colocou no forno.
— Em vinte minutos o jantar está na mesa. — gritou para Meg em um tom irônico e divertido.
Voltou para o quarto e Meg estava deitada ainda, gemendo como num orgasmo.
Parou na porta e começou a pensar como pudera ter tanta sorte. Além de ter uma presa, ainda fez sexo.
Era o seu dia.
O barulho do forno anunciou o prato pronto.
— Vamos comer. — disse Robert.
Meg se levantou com dificuldade e não disse nada, apenas sorriu.
Sentaram-se à mesa e Robert a serviu com um quarto do pedaço, se levantou, pegou uma garrafa de vinho e serviu Meg.
— Da próxima vez, quero que arranque um pedaço dos meus lábios vaginais. — disse Meg.
Robert olhou para Meg e sorriu.
CONTINUA.
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Muito bom, interessante, viaja na história
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