O documentário da vida de Val Kilmer ganhou atenção nas ultimas semanas devido ao falecimento do ator. Fato que, esse mesmo documentário, até então, era uma pérola escondida nos streaming desde 2021, quando fora lançado, pelo menos para o grande público e principalmente para o brasileiro.
Val Kilmer retrata através de sua câmera pessoal, literalmente sua vida inteira, desde os tempos de criança, fazendo filmes com seus irmãos, passando pela sua ascensão no teatro, entrada no cinema até pouco após sua cirurgia para retirar um tumor na garganta.
Com uma suavidade ímpeto, o documentário mostra a vida do astro, seguido de filmagens empolgantes dos bastidores de filmes que trabalhou, sua imagem de astro, até seu sumiço das telas fazendo filmes menor expressão do público.
O curioso de tudo, é que Val filmou sua vida, imitando talvez seu ofício, imitando a vida, com arte, e vice e versa.
Com ajuda de seu filho Jack Kilmer que narra a história, pelo fato do ator estar com a voz debilitada, a obra se esvai apenas com o pai e o filho, praticamente guiando as gravações de Kilmer desde os tenros tempos.
O documentário é uma aula de atuações e comoventemente explêndido em todos os quesitos técnicos.
De trágico Hamlet no teatro, para o cômico Top Secret para o cinema. De Excessivos comportamentos em The Doors, repetindo esses mesmos excessos em Tombstone, como o tuberculoso mais rápido do oeste, Doc Holliday, onde de coadjuvante, passa a ser o mais querido do filme, a um divertido, e secundário Batman.
Kilmer fez o que sempre teve vontade de fazer em sua vida, deixando de lado a grande chance de ser o sex simbol de sua geração, para se entregar de vez ao que ele mais amava. A atuação e arte em geral.
Assistam esse balsamo, exalado de carisma, excentricidade em forma de documentário.

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